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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O que andei lendo...

     Para início de conversa tenho que dizer que estou amando os livros de Rick Riordan, autor da série Percy Jackson. Ele, meio que supriu um pouquinho da nostalgia devido ao fim da série Harry Potter, por isso, me sinto na obrigação de citá-lo nesta postagem.
     Li todos os livros de Percy Jackson e Os Olimpianos e fiquei encantada com tudo! É uma série despropositadamente maravilhosa! O autor fez um misto de cultura grega, personagens jovens e uma escrita fácil, porém rebuscada.
     Recentemente, muito em função de tudo que havia lido em Percy Jackson, fiquei com um certo comichãozinho para ler a série "Heróis do Olimpo". Então vou escrever um pouco dessa experiência com "O herói perdido"- o primeiro livro desta série.
     Inicialmente, estava muito empolgada para "engolir" o livro de uma vez só, no entanto, alguns fatos do nosso cotidiano me impedia de terminar a leitura, o que certamente me desestimulou um pouco porque era obrigada a pausá-la  todo momento, mas enfim, cheguei ao meio do livro e achei que o escritor estava "enchendo uma linguiça básica", sabe?
     Depois de muita insistência consegui chegar à conclusão e... Me surpreendi! E como!
     Riordan simplismente escreveu um desfecho envolvente, excelente e que, de certa forma, supriu toda aquela enrolação durante o enredo e sim, eu me apaixonei e quero, preciso e anseio pelo próximo título: "O Filho de Netuno" que, provavelmente, só será lançado no Brasil no início de 2012. No entanto, minhas pesquisas no google me levaram a um blog muito legal que desponibiliza o primeiro capítulo traduzido. O link: http://www.heroisdoolimpo.com/2011/05/primeiro-capitulo-de-o-filho-de-netuno_26.html
     Bom, nos últimos dias também estive às voltas com mais dois livros. Um deles é um xodozinho que amo de todo meu coração e que comprei no ano passado na Saraiva do Shopping Rio Sul quando estava em companhia da minha queridíssima amiga Leila Cláudia. Resumindo a história, estava em busca do "Os Melhores Contos Brasileiros" da Editora Objetiva e seleção de Joaquim Ferreira dos Santos, mas infelizmente, neste dia, estava em falta. :( Aí, por acaso, encontrei "As Melhores Crônicas Brasileiras" da mesma editora e, óbvio, eu comprei! Posso dizer que é uma das minhas melhores aquisições ever, sem dúvida nenhuma! Amei mesmo, mesmo!
     O outro livro é "Insaciável" de Meg Cabot. Este, eu comprei há um pouco mais de um mês. Ele é um romance que aborda um pouco uma história de vampiros, mas sem a melação a la Crepúsculo. Ainda não cheguei ao final, mas confesso que, por enquanto, não gostei muito da narração, estou achando um pouco tediosa e enjoativa, mas veremos como se dará o desfecho porque ainda posso me surpreender, né?
     Devido à minha compulsão em comprar livros, acabei por adquirir, ontem, dia 21 de setembro, mais dois: A Pirâmida Vermelha de Rick Riordan (#avá) e Estrela da Noite da série "Os imortais" de Alison Noel. Ainda não abri, ainda estão com os plásticos e cheirando a novinhos, mas em breve,  lerei os dois com muito gosto e expectativa.
    


Quem é Harry Potter?

 Relação de amor e ódio com Harry Potter

Primeiramente, tenho que dizer que sou uma fã incontrolada e desesperada da J.K.Rowling. Não se engane, eu sou do tipo de pessoa extremamente reservada que simplesmente odeia estar sob holofotes e demonstrar sentimentos em público. Por isso, peço a Deus no mais íntimo do meu ser que eu nunca, jamais, never encontre essa escritora em minha frente porque eu sei que minha reação surpreenderia a mim mesma. É claro que também isso é um sonho um tanto inalcançável de minha parte, mas o que custa sonhar, né? 
Escrevo essa história real e pessoal com muito carinho e respeito por essa autora que me inspira tanto. Vamos à ela...
Conheci meu herói bruxinho quando contava de 12 anos, cursava a 6ª série (ou 7ºano) e “Harry Potter e a Pedra Filosofal” foi a leitura pedida pela professora de literatura para a prova bimestral. Vale lembrar que em 2000, este livro não era considerado um best-seller no Brasil. E a primeira consideração que tive foi: “Meu Deus! Essa professora está maluca!”
   As leituras bimestrais eram clássicos da literatura brasileira, ou seja, para os pré-adolescentes, o cúmulo da chatice universal. Dessa forma, quando peguei aquele livro cheio de páginas, sem nenhuma gravura, foi um tanto quanto assustador. Ainda mais, para mim, que não tinha o hábito da leitura frequente. 
Enfim, com muita má vontade (eu confesso), li o primeiro capítulo e simplesmente achei extremamente cansativo. Acho que isto era em função de estar muito desmotivada pela pela primeira impressão que o livro me causou. Dessa forma, deixei- o de molho por uns bons tempos. O dia da prova estava mais próximo e eu ainda nem havia chegado à metade.
Um dia, ( tomando uma dose de vergonha na cara) cheguei a casa e decidi colocar a leitura em dia. Pois bem, subi para o terraço de casa e me estirei ao sol com o livro aberto em meu colo.
Resumindo a história... me apaixonei por Harry Potter e todos os personagens e, claro, ao longo de cada livro esse amor intensificara.
Consegui gabaritar a prova e, obviamente, nunca este feito foi tão fácil, visto o amor que já sentia pelos personagens. Então, algum tempo depois, descobri que o livro tinha continuação e Rowling escreveria sete títulos no total. Eu surtei! Pedi para meu pai o segundo livro “Harry Potter e a Câmara Secreta” e ao término, mal podia esperar pelo lançamento do terceiro livro da série.
Bom, esses ditados são velhos, mas nem sempre a primeira impressão é a que fica (neste caso, ainda bem!) e literalmente não devemos julgar o livro pela capa (apesar da capa ser uma fofura, né?).
A série Harry Potter me fez mergulhar em um mundo de fantasia que eu mesma não sabia que existia em mim. De qualquer forma, o mundo em Hogwarts me abriu a curiosidade para descoberta de outras histórias, em novos mundos.

Hoje, sou amante incondicional e defensora da leitura, não importa do que seja. Acho que em cada livro, independentemente do assunto discorrido, nunca é dispensável. Nele cabe um mundo criativo de cada autor, há conhecimento, substância. É claro, todos nós temos um assunto de maior interesse. O leitor pode e deve ser crítico para julgar o que mais lhe apetece, no entanto, um título clássico ou mais secular, mesmo que neste haja menos conteúdo no sentido cultural, com certeza, há um conteúdo gramático rico e poderoso que nos transporta à um universo literal não corriqueiro e, às vezes, desconhecido.
Enfim, não lembro o nome da professora muito bem, acho que era Lúcia. Com certeza, não era uma das pessoas mais simpáticas e legais, mas posso dizer que foi a precursora dessa paixão pela leitura, então, à você, o meu muito obrigada também!